Infectoeste 2018: especialistas fazem apresentações sobre hepatites virais B e C

No dia 18 de agosto de 2018 aconteceu no Anfiteatro Central da Faculdade de Medicina de Catanduva, interior de São Paulo, a quinta edição do Infectoeste e durante a ocasião, foram feitas apresentações sobre as hepatites virais B e C, doenças que segundo o Ministério da Saúde afetam 325 milhões de pessoas no mundo.  As taxas no Brasil nunca foram tão altas, o número é de 587.821 mil casos de hepatites virais, apenas em 2017. Em 2016, esse dado foi de 561.058 mil, um aumento de 4,7%. E para este ano, a previsão é de 30.000 mil novos diagnósticos, em relação a 2017.

O evento que foi destinado a estudantes de medicina, médicos residentes e médicos não-especialistas contou com a participação da  infectologista de São José do Rio Preto, Delzi Vinha Nunes de Góngora que abordou em seu conteúdo o diagnóstico e tratamento da hepatite B. “A principal mensagem que procurei passar na minha apresentação foi a de lembrar os alunos de fazer o diagnóstico da hepatite B. Também se atentarem a infecção mesmo nos pacientes que não apresentam icterícia. Além da prevenção com vacina e o tratamento”, explicou Delzi.

Já o infectologista e membro da Sociedade Paulista de Infectologia, Mario Peribanez Gonzalez, explicou sobre os novos esquemas terapêuticos para o tratamento da hepatite C. O novo esquema apresenta taxas de cura maiores que 90% e redução no tempo do tratamento. ”Meu objetivo hoje foi o de divulgar o alcance terapêutico desses tratamentos, que são fáceis de usar, podem ser manejados por todos os médicos. Logo, os especialistas devem sempre se lembrar de diagnosticar e tratar a doença”, finaliza Gonzalez.





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