Feliz Dia Internacional da Mulher!

Recentemente, tivemos um grande motivo para nos orgulharmos, e que demonstra o importante papel das mulheres na ciência. As pesquisadoras Ester Sabino, diretora do Instituto de Medicina Tropical (IMT) da USP, e Jaqueline Goes de Jesus, pós-doutoranda na Faculdade de Medicina da USP, foram as responsáveis por liderar os estudos que conseguiram sequenciar o genoma do coronavírus em apenas 48 horas. Lembrando que a média mundial de tempo para sequenciamento do coronavírus é de 15 dias.

Segundo dados do Instituto de Pesquisas da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (Unesco), as mulheres representam 28% dos pesquisadores do mundo. Já no Brasil, esse público representa 60% das bolsas pagas pela Coordenação de Aperfeiçoamento Pessoal de Nível Superior (Capes).

Diante do tamanho da importância em dar visibilidade ao trabalho das pesquisadoras brasileiras, no mês de fevereiro deste ano, foi lançada a plataforma inédita online, o Open Box da Ciência, projeto realizado para destacar o trabalho de 250 pesquisadoras consideradas protagonistas em suas áreas.

A partir de uma criteriosa avaliação, foram mapeadas 50 pesquisadoras de destaque em cinco áreas: Ciências Biológicas, Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Exatas e da Terra, Engenharia e Ciências da Saúde. Não foi definido um ranking de melhores, já que o objetivo é o de apresentar aquelas que estão fazendo estudos de excelência no Brasil. Mas entre os nomes que aparecem no material estão o da infectologista, associada da Sociedade Paulista de Infectologia, Dra. Ana Cristina Gales, que é coordenadora do Comitê de Resistência Antimicrobiana da Sociedade Brasileira de Infectologia e professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). 

“A ciência tem nos ajudado a compreender o quão diversa é a natureza e a vida. A mulher na ciência traz essa diversidade de pensamento e comportamento, que é fundamental para a resolução dos nossos problemas. Porém, não devemos esquecer que por trás de uma cientista, sempre existe um time dedicado e apaixonado pelo que faz, pois são liderados com determinação e paixão. Além disso, é importante deixar também a mensagem de que todas as crianças possam acreditar em si mesmas e que vislumbrem a possibilidade de se tornarem de cientistas se assim o desejarem”, declarou a médica.

Acesse o material completo no site: http://www.openciencia.com.br/

A SPI acredita e apoia a participação igualitária de mulheres na ciência e onde mais elas quiserem e deseja um Feliz Dia Internacional da Mulher!





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