Assuntos que marcaram a história da SPI em 2018

O ano de 2018 para a Sociedade Paulista de Infectologia foi de muito trabalho e grandes resultados, sempre levando como prioridade a responsabilidade profissional, o controle econômico, a transparência e a atualização científica.

Ao longo do ano passado, tivemos grandes desafios para fazer acontecer nossos eventos regionais e fóruns científicos para a defesa dos interesses da Infectologia. Por esse motivo, de mãos dadas caminhamos e destacamos:

Em junho, aconteceu em Ribeirão Preto, o Caipirão 2018, evento anual e gratuito da Sociedade Paulista de Infectologia, realizado em parceria com a Unicamp, USP/Ribeirão Preto, UNESP/Botucatu e a Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto. O evento contou com 200 participantes, 13 palestrantes e quatro residentes de várias cidades do interior. As apresentações tiveram temas como o tratamento antifúngico nas micoses sistêmicas, a relevância do O CA-MRSA no Brasil, Infecção no pós-transplante, Probiótico e Sepse, Mialgia e Hepatoesplenomegalia febril, Influenza H3N2, surto de enterobactéria resistente aos carbapenêmicos em serviço de hemodiálise, entre outros. Além disso, contou ainda com a apresentação de quatro casos clínicos discutidos por especialistas.

Em agosto, aconteceu na Faculdade de Medicina de Catanduva, interior de São Paulo, a quinta edição do Infectoeste (Congresso de Infectologia do Noroeste Paulista). O evento gratuito, promovido pela Sociedade Paulista de Infectologia, foi destinado a estudantes de medicina, médicos residentes e médicos não-especialistas. Com assuntos relacionados à infectologia geral, o evento contou com 138 participantes e 15 palestrantes. As apresentações tiveram temas, como: "Tendências epidemiológicas em Dengue, Zika e Chikungunya ", "Microbiologia para o clínico", "Principais mecanismos de resistência microbiana", "Uso racional de antimicrobianos", "HIV: atualização em terapia antirretroviral", "Hepatite B: diagnóstico e tratamento", "Hepatite C: novos esquemas terapêuticos", "Sífilis: cenário atual e manejo clínico", além de "Paracoccidiodomicose: nova diretriz brasileira" e "Viroses de impacto em saúde pública". Além disso, foram apresentados trabalhos científicos que passaram por avaliação da Comissão Científica do evento e também foi realizada uma homenagem ao Dr. Márcio Gaggini, médico infectologista responsável pela criação deste evento.

No mesmo mês, a Associação Paulista de Medicina de Santos recebeu a terceira edição do Caiçarão, evento gratuito que teve como o tema chave: “Infecções em idosos, aspectos práticos e essenciais". Focando na saúde do idoso, o evento contou com 24 participantes e sete palestrantes. As apresentações tiveram determinados temas, como: "Epidemiologia das infecções na população geriátrica", "Resposta imune do idoso", "Terapia Empírica das infecções do trato urinário", "Terapia Empírica das infecções de ósseas e partes moles", "Terapia Empírica das infecções do trato respiratório", "Terapia Empírica das infecções da corrente sanguínea e sepse", além da importância da vacinação na terceira idade e HIV em idosos.

Por último, mas não menos importante, em outubro aconteceu em São Paulo o 11º Congresso Paulista de Infectologia, evento que reuniu 1.298 inscritos e teve como objetivo discutir e aprimorar os tópicos mais relevantes da especialidade, melhorando a qualificação e propiciando a troca de experiências de todos aqueles que atuam na prevenção, no diagnóstico e no tratamento das doenças infecciosas. Para a ocasião foram organizados 12 cursos pré-congresso, incluindo um curso dirigido aos alunos das ligas acadêmicas com casos clínicos. Os cursos pré-congresso foram oferecidos gratuitamente para aqueles que se inscreveram no evento. Durante os outros dias do evento foram realizadas apresentações atuais, que contaram com convidados de altíssima capacidade técnica e científica, sendo eles dez internacionais. A programação científica foi dividida por grandes áreas em seis salas, onde foi possível escolher conferências, mesas-redondas, controvérsias e melhores artigos. O evento também contou com uma homenagem aos grandes infectologistas do país e a apresentação de trabalhos científicos, que foram avaliados por uma Comissão Julgadora, e os melhores qualificados foram premiados com o objetivo de incentivar e estimular a pesquisa científica.

Estamos certos de que em 2019 o trabalho da nossa Sociedade será ainda mais proveitoso, o que necessariamente, depende novamente da participação de todos. Agradecemos aqueles que de alguma forma se envolveram nas iniciativas da SPI – associados, diretores, funcionários e colaboradores.  Que venha mais um ano de sucesso!





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