Conferir o estudo na íntegra

Vírus da Febre Amarela Tem Mutação Genética Inédita

Recentemente, pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fio Cruz) divulgaram na revista científica ‘Memórias do Instituto Oswaldo Cruz’ um estudo de que o vírus do último surto de febre amarela tem uma sequência genética que nunca havia sito vista antes. 

As análises constataram oito alterações genéticas no vírus em circulação no Brasil, sete das variações estão associadas ao mecanismo de replicação (multiplicação). Apesar dessa descoberta pesquisadores do Instituto declararam que ainda não sabem se esse vírus é predominante no atual surto. Por esse motivo, novos estudos precisarão ser realizados.

Segundo o último boletim do Ministério da Saúde já foram confirmados 756 casos no país, com 259 mortes devido à infecção. A febre amarela é uma doença infecciosa grave, causada por um arbovírus do gênero flavivírus e propagada por mosquitos. A infecção pode ser dividida entre - febre amarela urbana, quando é transmitida pelo Aedes aegypti ou febre amarela silvestre, quando disseminada pelo Haemagogus e Sabethe.

Vale lembrar que mesmo após a constatação de mutações no vírus da doença, a vacinação ainda é a melhor forma de prevenção contra a febre amarela, já que ela protege contra genótipos diferentes do vírus, incluindo o sul americano e o africano. O público-alvo para receber a vacina é formado por pessoas de 06 meses a 60 anos e que vão viajar para áreas de risco ou moram nesses locais.

Confira o estudo na íntegra em - migre.me/wFf5W





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